quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A noviça Rebelde


     O espetáculo a noviça rebelde foi um sucesso, realizado nos dias 11, 12 & 13 de novembro! 
Conta a história de uma noviça que não consegue se comportar adequadamente no convento. As freiras decidam a mandar para ser governanta de sete crianças na casa de um capitão. Lá ela acaba se apaixonando pelas crianças e pelo pai delas. 




LINDO!




quarta-feira, 9 de novembro de 2011

História do chiclete

Toca o sinal. Fim da aula. Na porta da escola você passa pela banquinha de doces.
E lá está o seu preferido: o chiclete.
Que tentação! Você vai ao cinema. Na lanchonete escolhe pipoca, refrigerante e... chiclete.
Em embalagens chamativas, de várias formas, cores e sabores.
Também chamado de goma de mascar, o chiclete é campeão de vendas no Brasil: são cerca de 18 milhões deles vendidos por dia. Você imagina do que é feito o chiclete? Aliás, você já se perguntou como, quando e onde surgiu o chiclete?
                                              
Resina do Mástiche
Ele é bem, bem mais velho do que se pensa. Alguns estudiosos, fazendo pesquisas em lugares onde viveram povos antigos, descobriram que eles mascavam uma espécie de resina, substância pegajosa que retiravam das árvores.
Os gregos já faziam isso há aproximadamente 2.500 anos. Eles extraíam a resina de uma árvore que denominavam Mástiche (Pistacia lentiscus) e mascavam porque acreditavam que a substância podia curar certas doenças. Essa resina também foi popular entre as crianças romanas. Em territórios islâmicos, na Idade Média, a resina era privilégio dos sultões, que a utilizavam para manter o hálito fresco ou como cosmético.  
Mais ou menos na mesma época que os gregos, os maias, habitantes do sul do que hoje conhecemos como México, retiravam seuchiclete do látex de uma árvore que chamavam Sapota (Manilkara zapota), no Brasil conhecida como sapotizeiro. Eles chamavam a goma feita com esse látex de chicle e mascavam para aumentar a produção de saliva e, como os sultões islâmicos, manter a sensação de frescor na boca, o que era muito útil em longas caminhadas.
Sapota (Manilkara zapota)
Foi um descendente daquela região, o mexicano Antonio López de Santa Anna, que apresentou o chicle ao americano inventor dochiclete como conhecemos hoje. Em 1870, o costume de Antonio de mascar o chicle chamou atenção de Thomas Adams Jr., seu vizinho nos Estados Unidos. Thomas gostava de inventar coisas e tentou usar o látex do Sapoti para fazer máscaras, botes infláveis e pneus de automóveis. Mas todas essas tentativas falharam.
Um dia Thomas foi à farmácia e viu uma menina comprando goma de parafina para mascar. Ele imaginou que as gomas que seu vizinho Antonio usava eram melhores que aquela de parafina, pois eram mais macias.
Então ele teve a ideia: por que não fabricar barrinhas de látex de Sapoti? Voltou para sua casa e começou a preparar o que seria seu primeiro chiclete. Fez uma grande massa de chicle e cortou em pequenos pedaços. Depois levou sua invenção para vender naquela mesma farmácia. E vendeu tudo rapidinho... 
A partir daquele ano, 1872, a produção do senhor Adams não parou de crescer.
Aos poucos seus chicletes foram ganhando a aparência que conhecemos hoje: ele foi acrescentando sabor, fazendo em novos formatos, embalando em papéis coloridos. Mas o chiclete ainda continuava sendo feito do látex do sapotizeiro.

Somente a partir da metade do século XX, o chiclete deixou de ser parecido com aquele que o senhor Antonio López mascava. Isto porque, com o avanço da indústria e da tecnologia, foi possível desenvolver borrachas sintéticas - feitas em laboratórios e não mais extraídas das árvores -, para substituir o chicle.
Foi nesta época que começou a ser produzido chiclete também aqui, no Brasil. E logo virou mania entre os brasileiros. Alguns passaram a amar. Outros a odiar. E reclamar. Principalmente pais e dentistas. Mas você sabe por que eles mandam você maneirar com o chiclete? Não?
 

Goma boa e goma má

Você já leu que os gregos mascavam resina de árvore porque acreditavam que a substância tinha poder de curar certas doenças. Será que aquele chiclete antigo realmente fazia bem à saúde dos gregos? Atualmente, mães, pais e dentistas vivem se perguntando se o chiclete é bom ou ruim. Ah... aquele gostinho do chiclete é tão bom! Mas a verdade é que alguns cuidados devem ser tomados por quem tem o hábito de mascar chiclete.
O primeiro grande problema do chiclete é o que torna ele mais gostoso: o doce. O açúcar contido em um chiclete pode servir de alimento para bactérias dentro da boca. Estas bactérias, alimentadas, podem soltar substâncias ácidas que retiram o cálcio dos dentes, gerando cáries.
Por isso, se mascar chiclete, escove os dentes! É a única forma de manter sua boca limpa e longe de doenças.
Engolir chicletes é um perigo. Não é o fim do mundo, mas é perigoso se isso se repetir muitas vezes. A goma pode grudar no esôfago e dificultar a respiração ou então se alojar no intestino, o que provoca prisão de ventre. 
O estômago também sofre com os chicletes.
Mascar chicletes em excesso pode gerar problemas como a gastrite. Isto acontece porque, quando você mastiga o chiclete, seu corpo entende como se você estivesse ingerindo um alimento e começa a produzir as substâncias que iriam trabalhar na digestão deste alimento. Como chicletes não podem ser engolidos, estas substâncias não são utilizadas, podendo trazer complicações.
Mas calma, nem tudo é ruim no chiclete.
Antes de dar aquele beijinho ele ajuda a disfarçar o mau hálito. Além disso, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Northumbria, na Grã-Bretanha, o movimento repetitivo de mastigação pode favorecer a concentração e a memória, pois aumenta a quantidade de oxigênio no cérebro.
Mascar chicletes também pode funcionar como um tipo de massagem facial, afastando o stress e a ansiedade.
Bom, agora você já está sabendo: chiclete tem seu lado bom e seu lado mau. O importante é não exagerar e lembrar sempre de escovar os dentes.


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Enrrolados

                                                                                                         



       Linda, encantadora e muito, muito carismática... A mais nova princesa da Disney está brilhando cada vez mais! 
       No dia 02 de Outubro de 2011, a Disney coroou Rapunzel oficialmente como sua décima personagem princesa, em uma festa recheada de estrelas de todas as partes do mundo. Pequenas princesas dos locais mais distantes do planeta forão participar do evento que colocará Rapunzel na mesma posição que as princesas da corte da Disney: Ariel, Aurora, Bela, Cinderela, Jasmine, Pocahontas, Mulan, Branca de Neve e Tiana.




  Conheça um pouco mais sobre ela:

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Falsas amizades

       Para aqueles que já sofreram muito com falsas amizades, fique sabendo que quase todo mundo já passou ou vai passar por isso. Poxa como é horrível ser traído por alguém que tanto admiramos e confiamos. Eu mesma já passei por este episodio duas vezes, acho que tenho azar.           
       Bem, um amigo falso não quer apenas te enganar por nada, mas quer se aproveitar de você! Ele te encanta, mas por trás das suas costas vai falar mal de você te prejudicar, porque ele não gosta de você! E o pior ainda vai chegar... E você nem sabe!
                                                          Tira a mascara!


Eu gosta de "agradecer" por tudo, antigas e falsas amigas 
Porque se vocês ão tivessem me feito tanto mal eu não
seria oque sou hoje... Se eu nunca tivesse chorado por
alguém eu nunca saberia oque é isto! Mas que bom que 
nunca, nunquinha precisei chorar por vocês pois esta foi
a minha segunda vez que fui idiota! Na realidade não estou
Mas nem ai para você! Mas tudo que eu tenho para lhe
dizer, estou escrevendo! Lígia, se você não fosse tão 
mentirosa, falsa e falasse tão mal a meu repeito eu estaria
escrevendo isto! E a todos: MUITO CUIDADO com eles:
Os amigos falsos!
       

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Facebook que moda é essa?


  A rede social Facebook, parece ser a mais acessada entre o pessoal, conseguiu superar o orkut! Acreditem até o meu pai criou, é febre e o twitter também é um sucesso entre as redes sociais! Mas o Facebook consegue bater o número de usuarios.


Adele - Rolling In The Deep

Admiro muito Adele! Suas músicas belíssimas me trassem inspiração...


sábado, 23 de julho de 2011

Bolo arco íris


O bolo arco íris ou bolo colorido, é fácil de se fazer e muito divertido e saboroso! 
Ingredientes: (todos em temperatura ambiente)
3178974142_36b620b8a3200 g de manteiga
02 xícaras (chá) de açúcar refinado
04 ovos
03 xícaras (chá) de farinha de trigo
01 xícara (chá) de leite
02 colheres (chá) de fermento químico em pó
Corante em gel nas cores do arco-íris (violeta, anil, azul, verde, amarelo, alaranjado e vermelho)


Preparo:
3178973778_e0490f4c38Peneire a farinha junto com o fermento (isso é importante para garantir mais leveza ao seu bolo). Separe as claras das gemas.
Na tigela da batedeira coloque a manteiga, as gemas e o açúcar. Bata por uns 10 minutos até obter um creme clarinho. Despeje esse creme em uma tigela maior e vá alternando o leite e a farinha mexendo delicadamente com uma espátula até a massa ficar bem homogênea (não bata muito nessa estapa, apenas misture). Adicione as claras batidas em neve (ponto firme) fazendo movimentos circulares de baixo pra cima, envolvendo toda a clara na massa, girando a tigela.
Separe a massa igualmente em sete potinhos e em cada um deles coloque um dos corantes (Se você não conseguir as sete cores pode misturar os corantes para chegar lá ou então desencanar e fazer um arco-íris menos colorido. Lembre-se que violeta se faz com azul e vermelho, verde é uma mistura de azul e amarelo e basta colocar um pouco de vermelho no amarelo para se fazer um bonito alaranjado).
3178972250_e880ffc709Unte uma assadeira com manteiga e farinha (a moça do bolo original fez a receita dobrada e colocou em duas assadeiras mudando a ordem das cores) e comece a colocar as massas coloridas. Na primeira cor, use um pouco menos de massa do que nas outras. Use uma colher medidora e vá colocando as camadas no meio da assadeira formando círculos: um dentro do outro. A massa vai se espalhar na assadeira na medida que novas camadas vão sendo colocadas.
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Pré aqueça o forno a 220° C por 10 minutos. Coloque a assadeira e baixe a temperatura pra 180° C. Depois de uns 30 minutos verifique se o bolo já está pronto usando um palito. Se sair limpo então já está assado.
Na receita original tem uma cobertura branca e melenta como um chantilly. Eu imaginei fazer uma de pasta americana, mais lisinha e branquinha, escondendo a surpresa colorida.
Ah, eu ainda não testei essa receita, mas achei tão linda que vou dar uma ligada para minha tia Gina e convidar ela pra fazer essa delícia comigo. Se você por acaso se encorajar, por favor fotografe o bolo e mande as fotos para mim (as deste post são copiadas da receita original).